Estômago english
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  • “Belíssimo filme que sacia nossa fome de diversão inteligente.”

    Marcelo Janot – Críticos.com.br

  • “Diretor acerta a mão em fábula indigesta.”

    Marcos Dávila - Folha de São Paulo

  • “Muito original, muito inteligente e divertido... Promete virar uma das sensações do ano.”

    Luiz Carlos Merten – O Estado de São Paulo

  • “Pense num filme que mistura com inteligência todos os ingredientes que o cinema tem de melhor.”

    Débora Miranda - Portal G1

  • “ Coloque uma pitada de ótimos atores, adicione um roteiro inovador, um punhado de personagens interessantíssimos e diálogos inteligentes. Pronto! Esta aí a receita de Estômago...”

    Marina Meira - Globo On-line

  • “ Drama mordaz, salpicado do mais fino humor e suspense.”

    Rubia Mazzini - O Dia On-line

  • “... direção fluente, imaginativa e salutarmente despretensiosa. (...) Jorge acerta tão bem a mão nos fundamentos básicos do cinema que não deixa muita dúvida: há chef novo na cozinha.”

    Isabela Boscov - Revista Veja

  • O Céu de Suely é poético, O Baixio das Bestas é forte, O Cheiro do Ralo é engraçado, mas ESTÔMAGO sai na frente de todos esses filmes dos novos realizadores brasileiros.”

    Leonardo Ferreira - Jornal Extra

  • "Estômago é o melhor filme brasileiro que já vi."

    Walmor Chagas - entrevista a O Estado de S. Paulo

  • "Original, insolente e politicamente incorreto... uma feroz parábola do poder."

    Agence France-Presse, França

  • "Uma pérola sutil, inovadora e inventiva, Estômago certamente pode ser considerado uma pequena obra-prima."

    Evrim Ersoy, Monsters and Critics, Londres, Inglaterra

  • “A história deste nordestino, que se relaciona com os outros graças à arte de cozinhar, é contada por meio de um roteiro enxuto, recheado de diálogos saborosos e, acima de tudo, verossímeis. (...) É de uma precisão cirúrgica o ritmo com que Marcos Jorge conta a trajetória de Raimundo Nonato...”

    Eros Ramos de Almeida - O Globo

  • "Uma das habilidades deste filme é o humor soterrado que percorre todo o roteiro e que aflora à superfície nas ocasiões suficientes a aliviar a dureza da história. Um filme muito bem concebido e realizado. Um prazer."

    Angélica Tanarro, El Norte de Castilla, Espanha

  • “ É possível rir e se emocionar simultaneamente com as experiências entre as caricaturas, com a doce visão dos presidiários, com a relação entre Nonato e uma prostituta felliniana, com a própria narração do protagonista. São forças geradas por detalhes, sutilezas, pela explosão verbal de um Babu, por um olhar de lado de João Miguel, por um resmungo, por pequenas modulações de expressões e vozes. Um filme de minúcias, de um conjunto poderoso.. .”

    Cléber Eduardo - Cinética

  • “ Com roteiro e direção de artes primorosos, apesar de ter sido realizado com baixo orçamento, ESTÔMAGO consegue resumir em sua trama tragicômica a lei da selva que hoje impera neste País, uma pátria em que "quem não almoça, seguramente será jantado". Sem pretensões, nem tampouco diálogos empolados, o diretor parece fazer do manifesto oswaldiano seu guia nesta produção em que apetite, humor negro e uma dose certa de luxúria são os temperos do filme .”

    Márcio Rodrigo - Gazeta Mercantil

  • "Uma mistura de comida, sexo e poder não vista no cinema desde O Cozinheiro, O Ladrão, Sua Mulher e O Amante, de Peter Greenaway, a estréia de Marcos Jorge resulta num mistério surpreendente. Concebido menos como 'quem foi?' e mais como 'o que ele fez?', como uma deliciosa refeição num país estrangeiro, ele transcende o paladar para mostrar uma inesperada e ao mesmo tempo forte nota final. Talvez nem todo cliente deixe a sessão de Estômago satisfeito, mas não é possível ver este filme sem ficar com fome."

    Denis Seguin – Screen International, Inglaterra

  • "Em Estômago, engenhoso drama culinário e de vingança de Marcos Jorge, comida é igual poder. Estômago venceu diversos prêmios no Festival do Rio, inclusive o prêmio do público, o que sugere que, mesmo fora dos cinemas de arte, os espectadores podem vir a gostar dessa saborosa - apesar de um pouco indigesta - refeição."

    Jay Weissberg - Variety, USA

  • "Se Estômago nos captura pelo seu suspense - por que será que o simpático Nonato está na prisão? - é sobretudo o retrato do mundo em que vivemos que se mostra apaixonante durante as constantes idas e vindas entre o presente e o futuro do personagem. (...) Isto porque, sob os ares de uma comédia alegremente amoral, Estômago nos oferece uma metáfora gastronômica e muito apropriada sobre o cinismo que preside as relações sociais contemporâneas. A visão de humanidade do brasileiro Marcos Jorge parece sombria, mas é brilhante."

    H.H. - La Libre Belgique, Bélgica

  • "Marcos Jorge sabe dosar cada elemento do filme com bom gosto. Além disso, tem o bom senso de temperar tudo com uma boa dose de humor negro e uma pitada de cinismo, que combinam muito bem com a história que apresenta. Estômago é um aperitivo cinematográfico muito bem cozinhado e que parece capaz de fazer durar seu sabor, entre picante e salgado, na memória do espectador."

    Óscar del Olmo - Diário, Espanha

  • “Em uma sociedade onde uns devoram e outros são devorados, o cozinheiro joga um papel decisivo, e pode decidir qual é o melhor bocado. Este é o ponto de partida de Marcos Jorge para lançar um olhar nada complacente sobre a realidade brasileira contemporânea. Sob a aparência de uma comédia satírica, o filme nos oferece uma aguda reflexão social, que atravessa os diferentes extratos sociais. No país do “fome zero” e da “cultura antropofágica” exposta por Glauber Rocha, a parábola traçada pelo diretor aponta para as entranhas de uma contraditória realidade.”

    Jorge Jellinek – Diretor do Festival Int. de Punta Del Este

  • "A verdade é que Estômago se impõe como algo original em nossa cinematografia: um filme no qual a prisão é vista como um símbolo, o protagonista representa o indivíduo em luta pela sobrevivência, e utilizando as normas necessárias para tanto, e o roteiro é estruturado de tal forma a permitir uma meditação sobre as verdades ocultas pelas máscaras destinadas a fortalecer um processo que visa, antes de tudo, à criação de indivíduos desprovidos de lucidez e rebeldia. É reconfortante ver que parece pertencer ao passado a exaltação da alegoria e do discurso. Não há dúvida de que Estômago é o cinema na sua plenitude."

    Hélio Nascimento - Jornal do Comércio - Porto Alegre

  • "Os que tentam sintetizar a estória dessa película dizem que é uma espécie de A Festa de Babete numa prisão brasileira. Não, mais que isso, muito mais que isso. Só vendo. Não dá para contar. Nessa obra está o universo canibal e antropofágico que toma a culinária como metáfora. O primitivismo dos marginais encarcerados e a sofisticação da gastronomia italiana. Também a ambígua recusa do primitivo diante da sofisticação. O filme não faz qualquer discurso verbal-social e, no entanto, é clamoroso."

    Affonso Romano de Sant'anna - Estado de Minas