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“Belíssimo filme que sacia nossa fome de diversão inteligente.”
Marcelo Janot – Críticos.com.br
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“Diretor acerta a mão em fábula indigesta.”
Marcos Dávila - Folha de São Paulo
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“Muito original, muito inteligente e divertido... Promete virar uma das sensações do ano.”
Luiz Carlos Merten – O Estado de São Paulo
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“...o primeiro longa-metragem do diretor Marcos Jorge é uma obra rara no cinema brasileiro.”
Chico Fireman - G1
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“Em uma sociedade onde uns devoram e outros são devorados, o cozinheiro joga um papel decisivo, e pode decidir qual é o melhor bocado. Este é o ponto de partida de Marcos Jorge para lançar um olhar nada complacente sobre a realidade brasileira contemporânea. Sob a aparência de uma comédia satírica, o filme nos oferece uma aguda reflexão social, que atravessa os diferentes extratos sociais. No país do “fome zero” e da “cultura antropofágica” exposta por Glauber Rocha, a parábola traçada pelo diretor aponta para as entranhas de uma contraditória realidade.”
Jorge Jellinek – Diretor do Festival Int. de Punta Del Este
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É possível rir e se emocionar simultaneamente com as experiências entre as caricaturas, com a doce visão dos presidiários, com a relação entre Nonato e uma prostituta felliniana, com a própria narração do protagonista. São forças geradas por detalhes, sutilezas, pela explosão verbal de um Babu, por um olhar de lado de João Miguel, por um resmungo, por pequenas modulações de expressões e vozes. Um filme de minúcias, de um conjunto poderoso, que merece transpor certo gueto de circulação.
Cléber Eduardo - Cinética
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“Uma miscelânea de comida, sexo e poder não vista desde O Cozinheiro, O Ladrão, Sua Mulher e O Amante de Peter Greenaway. A estréia de Marcos Jorge em longas-metragens resulta num mistério surpreendente. Abordado menos como ‘Quem foi?’ e mais como ‘O que ele fez?’, como uma deliciosa refeição num país estrangeiro, ele transcende o paladar para mostrar uma inesperada e ao mesmo tempo forte nota final. Talvez nem todo patrão deixe a sessão de Estômago satisfeito, mas não é possível ver esse filme sem ficar com fome.”
Denis Seguin – Screen International
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“Uma ótima fábula sobre a relatividade da felicidade, “ESTÔMAGO” mostra que “chegar lá” é muitas vezes mais divertido do que “estar lá”. E faz isso de forma tão cativante e agradável que me diverti do começo ao fim. Recomendo fortemente.”
Ard Vijn – site Twitch (Roterdam, Holanda)
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“Em “ESTÔMAGO”, engenhoso drama culinário de vingança de Marcos Jorge, comida é igual a poder. Filmado por Toca Seabra com um nível apropriado de coragem, “ESTÔMAGO” ganhou diversos prêmios no Festival do Rio, inclusive o prêmio de público, o que sugere que, mesmo fora dos cinemas de arte, os espectadores podem vir a gostar dessa saborosa - apesar de não totalmente digerível - refeição.”
Jay Weissberg - Variety






